segunda-feira, 14 de abril de 2008
Muito tempo!
Pois é, já passou uma eternidade desde a última vez que cá vim. Doenças, falta de tempo, falta de disposição, entre outras ditaram este afastamento tão longo. Creio que agora já voltou tudo ao normal, vou tentar actulizar o que de mais relevante se passou nestas últimas semanas.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Dicionário Leonês-Português
Agora que a L. já está a ficar uma crescida e já diz imensas palavras, decidi que estava na altura de criar o seu próprio dicionário, aqui fica:
- babel - Isabel, a ama
- kakél - Raquel, a filha da ama
- colho - colo, dá-me colinho mamã
- a,i, a - aeiou, quando quer que eu lhe cante a música do Avô Cantigas
- mai - mais, bastante frequente, principalmente quando se trata de comida
- tá tío - está frio
- bólha - bola
- olha bola nanél - canta a música...(bem engraçado)
- nano - mano
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Primeiras palavras
Dia acidentado
Quando estava a caminho de casa, liga-me o pai dos Ls: "é melhor ficares onde estás que temos de ir com o L. ao hospital". Coração aos pulos: "Que foi?", "Nada de grave bateu com a cabeça e está a deitar sangue, até já." Como a voz era calma acalmei-me segui para o hospital e dei entrada mesmo antes do L. chegar. Quando chegou vinha muito desolado, a olhar para o chão mas não chorava. Sentou-se ao meu colinho e dei-lhe miminhos, e ele perguntava: "quando vou ver o Doutor?". Acho que estava curioso pois nos últimos dias tinha andado todo entretido a fingir que era um Doutor e cada vez que o pai espirrava lá ia ele dar-lhe medicamentos para o pai ficar bom. Chamaram-nos entretanto, expliquei ao médico o que se tinha passado e ele mandou-nos ir para uma sala de observação. Veio o enfermeiro, apesar de tudo o L. estava encantado de estar naquela sala cheia de luzes a pensar no que aconteceria a seguir. O enfermeiro começou a limpar-lhe a cabeça e eu a explicar-lhe o que ia acontecendo e a dizer ao mesmo tempo que ele tinha de ser forte que não ia doer nada. Era um pequeno golpe, não muito fundo, pelo que não houve necessidade de pontos. Voltamos ao médico que disse ser melhor fazer uma radiografia, só para confirmar que não existia nada. Passou um papel viemos para a sala de espera e troquei com o pai. Entretanto fui com a L., que já estava super impaciente, para casa dos avós. Quando o L. chegou e o avó lhe perguntou o que tinha acontecido no hospital ele responde: "Sabes avô, no hospital havia uma máquina (eu a pensar que ele ia falar do Rx ou assim) que dá sumos e o meu pai compro-me um Ice Tea". Bom sinal, para ele a ida ao Hospital significou comprar um Ice Tea de uma máquina! LOL Estes miúdos...
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Jantar atribulado
Desde há 3 ou 4 meses que a L. insiste em comer e beber sozinha. Tudo corria bem, com uns entornanços ocasionais mas era notório o esforço para melhor. No entretanto, sempre que nos apanha distraídos decide ou entornar o sumo ou espalhar a comida.
Hoje não foi excepção: enquanto servia o irmão e o pai estava distraído entornou o sumo para dentro da sopa. Ralhei com ela e dei-lhe uma palmada na mão: "ai, ai L. isso não se faz, mau, mau!".
Entretanto fui à cozinha e quando voltei estava a comida entornada e o pai a olhar para ela com ar de espanto:
Eu - Então não ralhaste com ela?
Ele - Não consegui, assim que entornou o prato olhou para mim e disse "tau tau tau" a pedir-me que lhe batesse e eu fiquei sem coragem.
Ficámos os dois!
Hoje não foi excepção: enquanto servia o irmão e o pai estava distraído entornou o sumo para dentro da sopa. Ralhei com ela e dei-lhe uma palmada na mão: "ai, ai L. isso não se faz, mau, mau!".
Entretanto fui à cozinha e quando voltei estava a comida entornada e o pai a olhar para ela com ar de espanto:
Eu - Então não ralhaste com ela?
Ele - Não consegui, assim que entornou o prato olhou para mim e disse "tau tau tau" a pedir-me que lhe batesse e eu fiquei sem coragem.
Ficámos os dois!
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Tão amigos que eles são
Devo dizer que ando mesmo babada com os meus Ls, são tudo o que eu sempre sonhei e ainda mais. Sempre tive receio que não brincassem juntos, que embirrassem um com o outro, que andassem à pancada mas, pelos vistos, pelo menos até ao momento nada disso aconteceu. São os melhores amigos e adoram-se. Ela está sempre a chamar o seu "nano" e ele, bruto e mau com a maioria das pessoas, para ela é sempre carinhosa e pede sempre que ela o acompanhe a todo lado, para me acrescer o trabalho tenho de o levar ao Jardim de Infância e a irmã tem de ir atrás. Ela é o seu orgulho, cada pessoa que se aproxima deles a primeira coisa que ele faz é apresentar a irmã. Gosta de passeá-la no carrinho e já fazem imensas brincadeiras juntos, a preferida: saltos em cima da minha cama. Eu tento não os pressionar muito e não os obrigar a brincar ou estar um com o outro quando não querem. O meu maior desejo é que continuem amigos assim.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Just another day in...
Paradise? Ás vezes mais parece um "little hell". Continua a ser problemático o levantar às 6:30, para mim claro, pois a L. acorda a essa hora toda fresca e só a querer brincadeira e a pedir "colha, colha", traduzindo "colo, colo" ou então apontando para o computador a dizer "na papel", tradução esta mais complicada que quer dizer "mãe põe os "Dialectos de Ternura" dos Da Weasel", música cantada por ela de forma muito engraçada. Tirando isto, continua a ser problemático, tomar banho, fazer o pequeno-almoço, vestir com uma piolha agarrada às minhas pernas e sempre atrás de mim...nos dias menos bons o problemático passa a desesperante. O L. maiúsculo é bem mais fácil, é a preguiça no seu expoente máximo e fica na cama até à última, demora meia hora a tomar o pequeno-almoço e em muitos dias diz que está cansado e quer ir ao colo para o carro. Só a corrida de casa até ao carro o anima. Depois é a animação na curta viagem até à escola, o L. adora ouvir o "Jogo da Mula" na Mega FM e inclusivé já me perguntou se um dia destes podemos ir ao estábulo. A L. desde que haja música para ela está tudo bem, pois vai a viagem inteira a dançar. E são assim os meus Ls, divertidos e alegres, é sempre esta imagem que trago comigo para o trabalho e que me faz esquecer as canseiras do dia a dia.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Marotos de sempre
Os meus Ls continuam os marotos de sempre. Esta manhã deixei-os a comer cereais no quarto enquanto viam os desenhos animados a L já estava vestida, pronta a sair, o L ainda estava de pijama e eu fui arranjar-me. De repente o L maior começa a gritar "mãe, mãe a L fez porcaria". Claro, onde é que eu tinha a cabeça ao deixar a L sózinha com uma taça de cereais e leite? Resultado: tive de lhe mudar o vestido. Ralhei com ela, e a resposta foi "ai nonô, ai nonô", Lol. Não consigo ficar zangada por muito tempo!
Tudo fora de casa e a tradicional corrida até ao portão em que o L ganha sempre. Hoje ia mais do que satisfeito para a escola pois era dia de irem mascarados, e lá ia ele de "forte" Homem-Aranha. Sim porque segundo ele não pode ser Spiderman, porque em Portugal falamos português e temos de dizer Homem-Aranha. Tenho um filho que é purista da língua e não sabia!
Tudo fora de casa e a tradicional corrida até ao portão em que o L ganha sempre. Hoje ia mais do que satisfeito para a escola pois era dia de irem mascarados, e lá ia ele de "forte" Homem-Aranha. Sim porque segundo ele não pode ser Spiderman, porque em Portugal falamos português e temos de dizer Homem-Aranha. Tenho um filho que é purista da língua e não sabia!
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