Diálogo no carro, numa viagem de regresso a casa ao final da tarde:
L – Mãe, quero um santa ber torta!
Eu – O quê?????
L. - Santa ber torta!
Eu – Desculpa L. não estou a perceber, diz melhor.
L.(irritado) – Um Santa ber torta! Mais ou menos
Eu – Pai, estás a perceber o que ele está a dizer?
L – O valor das ideias!
Pai – Ah, Santander Totta!
L. – Sim, isso um Santa ber torta, quero um cartão da tua carteira!
Eu e Pai Risos, Gargalhadas, etc...
quarta-feira, 23 de abril de 2008
terça-feira, 22 de abril de 2008
Novo membro
Pois é, em Outubro o Mundos dos Ls irá contar com mais um membro, se houvesse feminino desta palavra diria “membra”. Os meus Ls vão ter uma mana, a bebé L. O L. Já sabe e inclusive já a viu na ecografia das 12 semanas. Desde esse dia que lhe pareceu mais real e decidiu falar com ela:
Chega a boca à minha barriga e grita-lhe perguntas: “como estás? Está quentinho aí na barriga?
Pediu-me “Mãe abre a boca” e decidiu gritar para dentro da minha boca para que o bebé ouvisse bem.
É verdade que não ficou muito satisfeito quando soube que era outra mana, reclamou dizendo que não tinha sido uma mana que ele tinha pedido, mas sim um mano. Expliquei-lhe que não dava para escolher, mas continuou na mesma convencido que o tínhamos enganado. Decidi não abordar mais esse assunto, tenho a certeza que quando nascer a vai adorar, tal como aconteceu quando viu a L. pela primeira vez. Ontem expressava as suas preocupações em relação à bebé:
1. “Mãe, quando o bebé nascer a L. já não vai ser tão egoísta, pois não?”
2. “Mãe, quando o bebé nascer a L. não vai bater no bebé, pois não?”
3. “Mãe, quando o bebé nascer a L. não lhe vai puxar os cabelos, pois não?”
Claro que lhe respondi que não, que quando o bebé nascer a L. já está mais crescida e não fará essas coisas, mas não deixo de me impressionar com a sua capacidade de avaliação e preocupações bastante legítimas. É verdade que a L. tem uma mãozinha bastante leve e sempre que tem oportunidade faz essas maldades ao irmão, ele tem pena dela por cima mais pequena e nunca lhe dá resposta. Penso que seja uma fase que irá passar em breve.
Ontem contaram ao pai o relato que o L. tinha feito do seu fim-de-semana: “Fui a casa do meu primo T., ele andou na mota mas a mota parou. O meu pai disse que conseguia arranjar mas precisava de uma chave de velas”. LOL
É verdade, o L. tem queda para a mecânica, já sabe quase o nome de todos os componentes do motor, das ferramentas. Marcas de carros e nomes de pilotos da Fórmula 1 domina desde os dois anos e meio.
Chega a boca à minha barriga e grita-lhe perguntas: “como estás? Está quentinho aí na barriga?
Pediu-me “Mãe abre a boca” e decidiu gritar para dentro da minha boca para que o bebé ouvisse bem.
É verdade que não ficou muito satisfeito quando soube que era outra mana, reclamou dizendo que não tinha sido uma mana que ele tinha pedido, mas sim um mano. Expliquei-lhe que não dava para escolher, mas continuou na mesma convencido que o tínhamos enganado. Decidi não abordar mais esse assunto, tenho a certeza que quando nascer a vai adorar, tal como aconteceu quando viu a L. pela primeira vez. Ontem expressava as suas preocupações em relação à bebé:
1. “Mãe, quando o bebé nascer a L. já não vai ser tão egoísta, pois não?”
2. “Mãe, quando o bebé nascer a L. não vai bater no bebé, pois não?”
3. “Mãe, quando o bebé nascer a L. não lhe vai puxar os cabelos, pois não?”
Claro que lhe respondi que não, que quando o bebé nascer a L. já está mais crescida e não fará essas coisas, mas não deixo de me impressionar com a sua capacidade de avaliação e preocupações bastante legítimas. É verdade que a L. tem uma mãozinha bastante leve e sempre que tem oportunidade faz essas maldades ao irmão, ele tem pena dela por cima mais pequena e nunca lhe dá resposta. Penso que seja uma fase que irá passar em breve.
Ontem contaram ao pai o relato que o L. tinha feito do seu fim-de-semana: “Fui a casa do meu primo T., ele andou na mota mas a mota parou. O meu pai disse que conseguia arranjar mas precisava de uma chave de velas”. LOL
É verdade, o L. tem queda para a mecânica, já sabe quase o nome de todos os componentes do motor, das ferramentas. Marcas de carros e nomes de pilotos da Fórmula 1 domina desde os dois anos e meio.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Aniversário do L. crescido
Dia 29 de Março de 2008
E já passaram 5 anos...Lembro-me desse dia como se fosse ontem. O L. estava todo animado com os seus anos, acha-se enormemente crescido. Preparamos o que faltava durante a manhã e saímos para almoçar fora. Fomos almoçar numa esplanada ao pé do mar e o L. disse: "sinto-me muito feliz". Para mim teve um significado muito especial pois foi antes da festa, antes dos presentes antes de tudo. Ou seja, estar a almoçar com a família no dia de anos dele fê-lo sentir-se feliz.
Á tarde foi a festinha, convidamos amigos e família, e vou uma brincadeira total, com o papá como principal animador da festa. Foram os putos todos para o jacuzzi e era a algazarra total. Quando voltaram foi altura de abrir os presentes: umas luvas, umas joelheiras, um capacete e para culminar: uma mini-mota a gasolina. Foi o delírio, ele nem queria acreditar e os amiguinhos quiseram todos experimentar. Lá esteve o papá quase uma hora a andar com os meninos todos, pois a mota não tem rodinhas. Foi muito divertido.
Quando voltaram para dentro fomos cantar os parabéns, o bolo era uma mota de corrida!
Quando a festa acabou, a mamã estava estoirada, e os miúdos esfóricos, só adormeceram bem tarde.
Foram lindos os teus 5 aninhos meu filhote grande!
E já passaram 5 anos...Lembro-me desse dia como se fosse ontem. O L. estava todo animado com os seus anos, acha-se enormemente crescido. Preparamos o que faltava durante a manhã e saímos para almoçar fora. Fomos almoçar numa esplanada ao pé do mar e o L. disse: "sinto-me muito feliz". Para mim teve um significado muito especial pois foi antes da festa, antes dos presentes antes de tudo. Ou seja, estar a almoçar com a família no dia de anos dele fê-lo sentir-se feliz.
Á tarde foi a festinha, convidamos amigos e família, e vou uma brincadeira total, com o papá como principal animador da festa. Foram os putos todos para o jacuzzi e era a algazarra total. Quando voltaram foi altura de abrir os presentes: umas luvas, umas joelheiras, um capacete e para culminar: uma mini-mota a gasolina. Foi o delírio, ele nem queria acreditar e os amiguinhos quiseram todos experimentar. Lá esteve o papá quase uma hora a andar com os meninos todos, pois a mota não tem rodinhas. Foi muito divertido.
Quando voltaram para dentro fomos cantar os parabéns, o bolo era uma mota de corrida!
Quando a festa acabou, a mamã estava estoirada, e os miúdos esfóricos, só adormeceram bem tarde.
Foram lindos os teus 5 aninhos meu filhote grande!
Muito tempo!
Pois é, já passou uma eternidade desde a última vez que cá vim. Doenças, falta de tempo, falta de disposição, entre outras ditaram este afastamento tão longo. Creio que agora já voltou tudo ao normal, vou tentar actulizar o que de mais relevante se passou nestas últimas semanas.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Dicionário Leonês-Português
Agora que a L. já está a ficar uma crescida e já diz imensas palavras, decidi que estava na altura de criar o seu próprio dicionário, aqui fica:
- babel - Isabel, a ama
- kakél - Raquel, a filha da ama
- colho - colo, dá-me colinho mamã
- a,i, a - aeiou, quando quer que eu lhe cante a música do Avô Cantigas
- mai - mais, bastante frequente, principalmente quando se trata de comida
- tá tío - está frio
- bólha - bola
- olha bola nanél - canta a música...(bem engraçado)
- nano - mano
Etiquetas:
Primeiras palavras
Dia acidentado
Quando estava a caminho de casa, liga-me o pai dos Ls: "é melhor ficares onde estás que temos de ir com o L. ao hospital". Coração aos pulos: "Que foi?", "Nada de grave bateu com a cabeça e está a deitar sangue, até já." Como a voz era calma acalmei-me segui para o hospital e dei entrada mesmo antes do L. chegar. Quando chegou vinha muito desolado, a olhar para o chão mas não chorava. Sentou-se ao meu colinho e dei-lhe miminhos, e ele perguntava: "quando vou ver o Doutor?". Acho que estava curioso pois nos últimos dias tinha andado todo entretido a fingir que era um Doutor e cada vez que o pai espirrava lá ia ele dar-lhe medicamentos para o pai ficar bom. Chamaram-nos entretanto, expliquei ao médico o que se tinha passado e ele mandou-nos ir para uma sala de observação. Veio o enfermeiro, apesar de tudo o L. estava encantado de estar naquela sala cheia de luzes a pensar no que aconteceria a seguir. O enfermeiro começou a limpar-lhe a cabeça e eu a explicar-lhe o que ia acontecendo e a dizer ao mesmo tempo que ele tinha de ser forte que não ia doer nada. Era um pequeno golpe, não muito fundo, pelo que não houve necessidade de pontos. Voltamos ao médico que disse ser melhor fazer uma radiografia, só para confirmar que não existia nada. Passou um papel viemos para a sala de espera e troquei com o pai. Entretanto fui com a L., que já estava super impaciente, para casa dos avós. Quando o L. chegou e o avó lhe perguntou o que tinha acontecido no hospital ele responde: "Sabes avô, no hospital havia uma máquina (eu a pensar que ele ia falar do Rx ou assim) que dá sumos e o meu pai compro-me um Ice Tea". Bom sinal, para ele a ida ao Hospital significou comprar um Ice Tea de uma máquina! LOL Estes miúdos...
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Jantar atribulado
Desde há 3 ou 4 meses que a L. insiste em comer e beber sozinha. Tudo corria bem, com uns entornanços ocasionais mas era notório o esforço para melhor. No entretanto, sempre que nos apanha distraídos decide ou entornar o sumo ou espalhar a comida.
Hoje não foi excepção: enquanto servia o irmão e o pai estava distraído entornou o sumo para dentro da sopa. Ralhei com ela e dei-lhe uma palmada na mão: "ai, ai L. isso não se faz, mau, mau!".
Entretanto fui à cozinha e quando voltei estava a comida entornada e o pai a olhar para ela com ar de espanto:
Eu - Então não ralhaste com ela?
Ele - Não consegui, assim que entornou o prato olhou para mim e disse "tau tau tau" a pedir-me que lhe batesse e eu fiquei sem coragem.
Ficámos os dois!
Hoje não foi excepção: enquanto servia o irmão e o pai estava distraído entornou o sumo para dentro da sopa. Ralhei com ela e dei-lhe uma palmada na mão: "ai, ai L. isso não se faz, mau, mau!".
Entretanto fui à cozinha e quando voltei estava a comida entornada e o pai a olhar para ela com ar de espanto:
Eu - Então não ralhaste com ela?
Ele - Não consegui, assim que entornou o prato olhou para mim e disse "tau tau tau" a pedir-me que lhe batesse e eu fiquei sem coragem.
Ficámos os dois!
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