Sei que pode parecer ridículo, mas estou cada vez mais "in love" pelos meus filhos. A cada dia que passa fazem coisas novas e surpreendentes e, apesar de algumas birras e contratempos pelo caminho, sinto que são encantadores e que estão a ficar bem formados. O L. está a ficar um homenzinho, quer tomar conta das irmãs e até mudou a forma como fala com elas. Agora joga futebol e é super competitivo, anda na natação mas não gosta de água na cara. A L adora a piscina, sempre que passamos à porta quer ir para lá, dar um "magulho" como ela diz. A "minúscula" já está mais crescida, mas continua come e dorme. O pai, que gosta muito de inventar alcunhas, chama-lhe "olharapa", pois quando está acordada abre muito os olhos, a irmã passou a chamar-lhe "carapa".
Para além de eu estar "in love" pelos os meus filhos, eles também estão "in love" entre eles, principalmente os mais velhos em relação à bebé ao ponto de disputarem quem vai pôr a fralda no lixo...Querem estar sempre com ela ao colo, e o meu filho dá-me inclusivé conselhos de como hei-de tratar da irmã. Adoram ficar a olhar para ela a dormir e ela quando está acordada retribui a atenção olhando para eles de olhos esbugalhados.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Um mês...e mais uns dias
Já passou mais de um mês que a minha embutida está cá fora, mas confesso que foi um mês muito atribulado. Só no passado dia 2 teve alta para vir para casa e tinha 1860gr. No dia seguinte fomos ao pediatra e ele disse que estava óptima de saúde apenas que tinha baixo peso mas que isso não era problema. Hoje fui pesá-la ao Centro de Saúde and guess what? engordou 300gr numa semana o que é realmente muito bom para ela, isto só com o leitinho da mamã. Espero que assim continue. Os irmãos andam deliciados com ela e pedem imesas vezes para a terem ao colo, os ciúmes têm sido demonstrados de outra forma, principalmente pela mais pequena (uns xixis pelas pernas abaixo, acorda mais durante a noite...) nada de preocupante. O mais velhos está fascinado pelo facto de ser o "irmão mais velho" e já perguntou por diversas vezes se podia mandar nelas...LOL Têm acontecido imensas coisas dignas de registo mas com o passar do tempo esqueci-me da maior parte (ainda tenho um relato de parto por terminar e outro por fazer) mas tentarei a partir de agora ser mais regular.
sábado, 13 de setembro de 2008
Nasceu!
A última ideia que tinha tido aqui era relatar o nascimento da L. e depois o seu aniversário. Foi impossível fazê-lo pois com os dois de férias em casa e com o teclado de um dos portáteis completamente destruído pela L. fiquei "desarmada". Além de tudo isto na passada semana mais concretamente no dia 2 fui ao Hospital porque estava com febre e com contracções, resultado: fiquei internada por causa de uma infecção e os médicos resolveram que era mais seguro fazer a L. nascer. No dia 4 às 15:00 fui levada para o bloco de partos da Cuf Descobertas e começaram a preparar-me para o seu nascimento: às 15:30 levei a anestesia geral e às 15:43 nascia a L. com 1590gr e 42,5cm. Muito pequenina foi de imediato para a incubadora onde a ajudaram a respirar e onde a puseram com oxigénio. Eu fiquei de rastos tanto física como psicologicamente por não ter a minha bebé comigo e por ela ter nascido assim tão pequena. Passado uma semana e dois dias o panorama é o seguinte:
A L: continua internada pois tem de ganhar peso (perdeu bastante nos primeiros dias e chegou a atingir as 1420gr), mais concretamente chegar aos 1750gr para puder ter alta. Hoje pesava 1520, engordou 40gr de ontem para hoje e parece estar no bom caminho. Já não está na incubadora e já mama na maminha da mamã, cada vez melhor...
Os irmãos: Para os irmãos foi bastante estranho o seu nascimento, primeiro porque foi completamente inesperado e eles não estavam ainda preparados pois eu não falava muito nisso para não criar ansiedade desnecessária, e segundo por causa dela ter ficado na incubadora eles não a viam muito bem e ela não lhes parecia muito real. Hoje o L. pegou-lhe, ficou babadissímo e não quis sair mais do pé dela: quis ver o banho, a mamada...estar bem perto como nunca tinha estado antes. A grande questão dele é quando é que ela pode vir para casa (confesso que é a dele e a dos pais também). Tentei pô-la ao colo da L. mas ela recusou, acho que se assustou com o facto da irmã ser tão pequena mas gostou muito de a ver a tomar banho e ao colo da mamã, ria-se que nem uma doidinha de contente que estava.
A mamã: andou um bocado abananada nos primeiros dias derivado ao efeito da anestesia geral e às dores provocadas pela cesariana. No dia da alta estava cansadissíma mas desde que estou em casa já não recorri mais aos analgésicos e já me movimento bastante bem. O sentimento quando cheguei a casa foi de vazio e desatei num pranto enorme, é estranho voltar a casa e o nosso bebé ficar no hospital. Entretanto já me habituei à ideia e tenho aproveitado bem os momentos que passo com ela lá, claro que a ansiedade de a trazer para casa continua a ser muita.
A L: continua internada pois tem de ganhar peso (perdeu bastante nos primeiros dias e chegou a atingir as 1420gr), mais concretamente chegar aos 1750gr para puder ter alta. Hoje pesava 1520, engordou 40gr de ontem para hoje e parece estar no bom caminho. Já não está na incubadora e já mama na maminha da mamã, cada vez melhor...
Os irmãos: Para os irmãos foi bastante estranho o seu nascimento, primeiro porque foi completamente inesperado e eles não estavam ainda preparados pois eu não falava muito nisso para não criar ansiedade desnecessária, e segundo por causa dela ter ficado na incubadora eles não a viam muito bem e ela não lhes parecia muito real. Hoje o L. pegou-lhe, ficou babadissímo e não quis sair mais do pé dela: quis ver o banho, a mamada...estar bem perto como nunca tinha estado antes. A grande questão dele é quando é que ela pode vir para casa (confesso que é a dele e a dos pais também). Tentei pô-la ao colo da L. mas ela recusou, acho que se assustou com o facto da irmã ser tão pequena mas gostou muito de a ver a tomar banho e ao colo da mamã, ria-se que nem uma doidinha de contente que estava.
A mamã: andou um bocado abananada nos primeiros dias derivado ao efeito da anestesia geral e às dores provocadas pela cesariana. No dia da alta estava cansadissíma mas desde que estou em casa já não recorri mais aos analgésicos e já me movimento bastante bem. O sentimento quando cheguei a casa foi de vazio e desatei num pranto enorme, é estranho voltar a casa e o nosso bebé ficar no hospital. Entretanto já me habituei à ideia e tenho aproveitado bem os momentos que passo com ela lá, claro que a ansiedade de a trazer para casa continua a ser muita.
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Dois anos
Lembro-me do dia de há dois anos como se fosse hoje, todos os pormenores e imagens. O dia 14 de Agosto de 2006 foi passado com contracções ligeiras mas frequentes até que perto da 00:00 começaram a ser mais regulares mas suportáveis. Pensei que estava na altura de me preparar para ir para o Hospital de Santa Maria. O pai já estava a dormir mas decidi não o acordar pois tinha muita coisa que fazer: pôr a mala à porta, fazer o clister (não queria fazê-lo no hospital), depilação, banho. Após isto tudo as dores continuavam suportáveis e decidi dormir mais um bocadinho. Às 2:30 as contracções eram fortes e de 10 em 10 minutos, chamei o pai, preparei a roupa do meu filhote, liguei à minha mãe para lhe dizer que o ia deixar lá. Ás 3:00 estavam a caminho de Lisboa e meia hora depois estávamos no hospital. Quando lá chegámos procedimento normal: CTG e depois o médico fez-me o toque. Disse-me que estava muito atrasado e perguntou-me quanto tempo tinha levado a chegar ali. Como tinha demorado meia hora numa hora sem trânsito ele considerou que talvez fosse arriscado mandar-me para casa e ordenou o internamento. Fui para o piso dos partos para descansar e fazer a dilatação, tinha dois dedos nessa altura. A enfermeira que me acompanhou neste tempo foi muito atenciosa e ia frequentemente ver como estava, a minha pergunta na altura era "quando posso levar a epidural?". Ela disse que teria de aguardar até ter 3 cms, as contracções eram bastante dolorosas já e estavam com intervalos de 10 minutos, mas entre elas eu conseguia fechar os olhos e dormitar. Quando voltavam era horrível e eu não sabia como proceder pois nunca fiz aulas de preparação para o parto. A enfermeira com muita paciência lá me explicou como se fazia e a verdade é que realmente consegui suportar melhor as dores., sempre que ela me vinha ver eu pergunta "já tenho 3 cms? já posso levar?" às 6 da manhã finalmente estava com os ansiados 3 cms e às 7 tinha os dois médicos anestesistas junto a mim para me porem o catéter colocarem a tão maravilhosa epidural. A partir daqui foi tudo rápido e indolor. Em menos de duas horas tinha a dilatação completa e estava com o pai junto a mim para irmos para a sala de partos. Lembro-me que entrámos e que a parteira disse que ia ser rápido, pediu para me concentrar e fazer força, fiz uma vez mas como não tinha muita sensibilidade não sabia se estava a fazer como deve de ser. Ela pediu-me: "faça força como se estivesse a fazer cocó", muito estranho mesmo. Mas lá fiz o máximo que consegui e a minha princesa nasceu. O pai estava pálido a olhar para tudo aquilo e a enfermeira pediu que se sentasse pois receava que desmaiasse. Puseram-na em cima de mim para eu a ver e levaram-na para tratarem dela. Entretanto comecei a ser cosida, sempre muito bem disposta, inclusive a dizer que estaria novamente ali em breve para ter o terceiro. Demorou mais tempo esta parte do que o nascimento em si, a parteira foi espectacular, sempre a falar e muito simpática. Quando terminaram fiquei na maca e trouxeram a minha menina para perto de mim para eu tentar dar-lhe de mamar. Assim que lhe pûs o peito na boca começou logo a mamar como se já soubesse perfeitamente aquilo que estava a fazer. (...continua)
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Fadinha dos dentes - Parte II
Ontem caiu outro dente ao L. A seguir ao banho estava ele a lavar os dentes quando começa a deitar espuma com sangue. Pedi-lhe que deixasse ver e o dente tinha desaparecido, procurámos por todo o lado e nada, conclusão: foi parar ao estômago. Claro que a preocupação imediata dele foi saber se a fada viria na mesma. Lá lhe expliquei que não havia problema e que ela viria. O resultado foi verdadeiramente engraçado pois o L passou quase toda a noite acordado à espera da fadinha para a ver! Claro que adormeceu no meio de tanto cansaço mas achou muito estranho não a ter visto, expliquei-lhe que elas só aparecem quando os meninos estão a dormir. Quando acordou, depois de muito o chamar, lá ficou todo contente por ela lhe ter trazido a tão esperada nota.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Peso e gravidez
Estou mesmo de todo! Mesmo mal humorada. Depois de meses a conseguir controlar-me em relação à alimentação e de só ter engordado uns 6 kilos (de acordo com a balança da médica, 7 segundo as minhas pesagens), dou por mim a comer doces várias vezes ao dia...para acabar de vez com o mal acabei à bocado a caixa de Carte d'Or Toblerone que durou uma semana e que só eu comi...vergonha, muita vergonha! Além disso não sei que me aconteceu mas voltei a comer umas duas bolachas e sumo durante a noite sempre que me tenho de levantar, quando é só uma vez ainda vá lá, mas quando são duas ou três...desgraça, desgraça da grande! Não sei o que fez com que passasse de andar tão bem comportada para este descalabro, mas tenho a sensação que teve a ver com aquele diagnóstico. Alguma coisa cá no fundo mudou porque pensei que estava a fazer o correcto pela saúde da minha filha e pela minha e depois tenho uma coisa no fígado, quando das outras vezes não tive cuidado nenhum e tudo correu bem. Claro que não posso continuar com isto e tenho de "encarrilhar" novamente, até porque pode ser prejudicial (nenhum médico falou nisso mas pronto) e agravar a situação. A situação que ficou definitivamente agravada foi o meu pneu: há 3 semanas apertava e ele não estava lá e agora o malandro voltou a dar um ar da sua "desgraça". Gostava tanto de dar umas caminhadas, mas ando 5 minutos e fico com dores, a alternativa é andar a passo de caracol...o que também não me agrada. Apesar de tudo encontrei outro dia o livrinho de grávida da gravidez da Leonor e tinha mais 4 kilos do que tenho agora e até ao final da gravidez engordei apenas outros 2. De qualquer forma tenho de pôr travão a isto já, porque conhecendo-me como conheço sei que vou ficar muito em baixo se quando a minha filha nascer eu estiver uma baleia. Em relação à gravidez só posso esperar que corra tudo bem e que ela tenha muita saúde, mas em relação ao meu posso está nas minhas mãos fazer alguma coisa.
Idade das gracinhas
A L está naquela idade verdadeiramente deliciosa, para além desse facto ela acrescenta-lhe todo o charme de menina possível. Canta, dança, faz frases enormes e divertidas, é muito querida e simpática para a pessoas sempre com um sorriso doce. Diz tanta coisa engraçada que dava-me vontade de ter um gravador para registar as maravilhas da sua linguagem, a maior parte delas que só eu percebo por causa do contexto. Já começa a notar-se a transição de bebé para menina, nota-se na forma como interage e brinca com o irmão e com as outras crianças. Acrescente-se ainda que deixou definitivamente as fraldas durante o dia e o próximo passo é deixar a chucha.
Ai...passa tão rápido!
Ai...passa tão rápido!
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