Na 4ª feira fui buscar as minhas análises e fui fazer a minha eco. Na cafetaria encontrei o meu médico e dei-lhe os resultados das análises. Ele foi muito simpático (apesar de ser a 4ª gravidez é a primeira com ele) e disse que ia ver o resultado logo ali. Olhou para mim e disse "o que é que está a tomar?", eu disse que só tomava as vitaminas, "pois bem tem de ir ter comigo assim que puder pois vai ter de começar a medicação de imediato pois tem uma trombofilia!". Fiquei meio atordoada e sem saber o que dizer e o que fazer, perguntei apenas se havia riscos para o bebé e ele respondeu que era para isso que íamos medicar para diminuir os riscos (aborto, prematuridade, baixo peso). Fui então fazer a eco e depois de uma longa espera lá fui atendida. Mãos, pés, cabeça, pernas...o malandro estava a dormir e a médica não o conseguiu acordar mesmo fazendo da minha barriga saco de boxe. Chegou a um momento optou pela vaginal. De acordo com a eco estou com 13 semanas e não com 12 e os valores de referência deram bem. Disse que lhe parecia um menino mas que não dava para ver bem. Saí dali e fui fazer a recolha de sangue para o rastreio. Em seguida fui procurar o médico. Ele explicou-me que este é um problema genético e que estranha nunca terem feito a investigação visto que os meus filhos nasciam sempre um pouco abaixo do peso. Disse que o tratamento devia ter sido iniciado antes da gravidez mas que mesmo assim havia hipóteses de resultar. Explicou-me que terei de tomar um comprimido tipo aspirina diariamente e de dar uma injecção da barriga todos os dias. Mandou-me ir ter com uma enfermeira lá para me explicar como dar a injecção e ela foi super simpática e explicou-me muito bem. Ontem já dei a mim própria e não me custou. Enfim foi um dia um bocado stressante e cansativo, estive desde as 11 às 16 no Hospital. Por um lado fico contente de ter sabido e de estar a ser tratada, e deixa-me também alerta para outros cuidados que deverei ter. Vou ser seguida num tipo de consulta especial e irei lá na próxima 6ª.
Beijinhos a todas,
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Farrapinho andante...
Ele é dores nas costas, dores nas pernas, azia, cansaço, sono...parece que desta vez decidi fazer a colectânea de sintomas. Uiiii....estou de rastos!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Porque sim!
Confesso que nunca percebi muito bem os pais que dizem aos filhos que têm de fazer isto ou aquilo, ou "porque sim", ou "porque eu disse e sou eu quem mando". Acho que esta política pode até resultar enquanto eles são pequenos e temem os pais. Mas e quando se defrontarem com situações que terão de ser eles a decidir o que fazer e não têm os pais ao lado a dizer se é certo ou errado? Nós lá por casa gostamos muito de falar sobre estas coisas e decidimos dar aos nossos filhos a educação da responsabilidade e do conhecimento. Sempre que eles fazem alguma coisa mal, gostamos de lhe explicar as repercurssões dessa atitude quer no presente, quer no futuro. A maior parte das coisas deixámos passar, pois considerámos que com o exemplo e com o passar do tempo eles vão perceber o que fazer. Por exemplo nunca ensinámos ao Lucas que tinha de comer de garfo e faca, mas sempre que punha a mesa colocava-lhe os 3 talheres à disposição. Aos 4 anos e uns meses começou a utilizar o garfo e a faca e a partir daí nunca mais deixou. A mesma coisa em relação à comida: eu não o obrigo a comer nada que eles não queiram. Dou-lhes a oferta e explico porque é importante variar, comer legumes e fruta, etc. Sorte a minha talvez é que nunca vi criança que comesse de forma tão saudável quanto ele: adora sopa, legumes e frutas. Não come doces nem batatas fritas. Quando vai às festas de anos dos amigos fica sempre toda a gente muito espantada a olhar para ele, parece um mini-adulto em dieta. Já a Leonor não é tão assim: está a passar por uma fase de repulsa aos vegetais e adora doces. Aos poucos vou-lhe explicando que a cenoura faz os olhos lindo (exploro a sua vaidade hehehe), que as ervilhas fazem bem à barriga e que os doces fazem os dentes ficar pretos como os das bruxas más...(porque não me traumatizaram a mim assim quando era pequena? LOL)
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