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sábado, 5 de janeiro de 2013
Com este frio
as miúdas tiveram direito à leitura de história junto à lareira (não sei porquê foi o único dia deste inverno em que a consegui acender como deve de ser) e depois foram para a cama com os seus sacos de água quente. E a mim sabe-me mesmo bem estar à lareira a beber um suminho com gelo!
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Desporto
O pai vai buscar a mais nova à escola e leva-a ao ténis. Sai e vai buscar os mais velhos e leva-os ao ténis. Eu chego e vou buscar a mais velha e levo-a do ténis para a ginástica. Volto a casa. Sai o pai e vai levar o equipamento de natação da mais velha para ir à aula depois da ginástica. No regresso traz o mais velho do ténis. Dou jantar aos que estão em casa. Saio e vou buscá-la à natação onde lhe dou banho e visto o pijama. Volto com ela para casa e são 9 da noite!
Não sei quem faz mais desporto, se eles , se nós. O que vale é que não é assim todos os dias!
Não sei quem faz mais desporto, se eles , se nós. O que vale é que não é assim todos os dias!
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Fim de Ano
Começamos o dia com um ligeiro treino de ténis.
As meninas foram cortar o cabelo para um novo visual de ano novo. Ficaram bem giras e mais leves.
Almoçamos no nosso restaurante de eleição e fomos fazer umas comprinhas para a noite.
Os miúdos andam todos contentes a jogar à bola em casa, depois de um belo jantar à luz de velas: um fondue que todos adoram.
A questão é: os Ls aguentam acordados até à meia noite?
As meninas foram cortar o cabelo para um novo visual de ano novo. Ficaram bem giras e mais leves.
Almoçamos no nosso restaurante de eleição e fomos fazer umas comprinhas para a noite.
Os miúdos andam todos contentes a jogar à bola em casa, depois de um belo jantar à luz de velas: um fondue que todos adoram.
A questão é: os Ls aguentam acordados até à meia noite?
sábado, 22 de dezembro de 2012
Natação
Após quase 3 semanas de ausência forçada da natação (gripe e feriados) perguntei à Lúcia se queria ir à piscina. A resposta foi um salto enorme acompanhado de um SIM!!!!!! Foi a correr buscar os ténis e preparou-se logo (pena não ser este entusiasmo de manhã para ir à escola). Lá foi ela com o pai.
Os outros estão a ver um filme de Natal e eu tenho de ir fazer mais umas máquinas de lavagem de roupa e outras de secagem (é aproveitar a tarifa reduzida até às 18:30)!
Os outros estão a ver um filme de Natal e eu tenho de ir fazer mais umas máquinas de lavagem de roupa e outras de secagem (é aproveitar a tarifa reduzida até às 18:30)!
sábado, 4 de agosto de 2012
Olímpicos
Acabo de ouvir a seguinte frase "Michael Phelps ganhou mais medalhas olímpicas do que 100 anos de desporto português" e se nos últimos dias tenho pensado imenso sobre o estado do desporto nacional esta frase e a que se seguiu "este homem sozinho..." ecoaram na minha cabeça.
Michael Phelps começou a nadar apenas aos 7 anos, foi criado pela sua mãe solteira, tem duas irmãs e sofria/sofre de hiperactividade. Começou a nadar exatamente para minimizar este síndroma e aprendeu primeiro a nadar costas pois tinha medo de pôr a cabeça debaixo de água. Sabe-se também que muito cedo decidiu que queria ser campeão de natação e que treina 6 horas por dia, 6 dias por semana, e que se o dia de treino coincide com o Natal não é motivo para deixar de treinar.
Hoje já tive vontade de treinar alguma coisa para ir aos próximos jogos Olímpicos! A dor de não ganharmos uma única medalha só se compara ou é ultrapassada por um sentimento de vergonha. Ao menos no desporto podíamos/devíamos não estar em crise. E o pior? Acho que é mesmo a sensação que não vai melhorar.
Moro num concelho onde existem piscinas de 25 metros, do melhor que existe no país, geridas pela Câmara em praticamente todas as freguesias. Aqui pode-se fazer natação e outros desportos 6 dias por semana por menos de 50€ por mês. Os alunos da escola fazem natação gratuitamente nessas piscinas. Apesar de tudo isto são raras as crianças que vão mais do que duas vezes por semana à natação (e não é pelo dinheiro porque estamos a falar de 10€ de diferença). Quando eu dizia que a Leonor ia todos os dias as pessoas olhavam-me estupefatas. Claro que levar uma criança todos os dias à natação dá imenso trabalho e ocupa muito tempo. Quando se leva duas ainda mais. Mas muitas vezes ia para a piscina com os quatro...(se calhar era por isso que estranhavam). Normalmente saio de lá mais cansada e encharcada do que eles.
O mesmo se passa com o ténis: custa levantar às seis para preparar o Lucas para o treino, custa fazer kms com a família toda atrás para ir a um torneio, custa lidar com as fitas da Leonor quando não lhe apetece treinar e nos dias mais cansativos e difíceis apetece desistir.
Mas o que é que não custa na vida? Não estou a dizer que os meus filhos têm ou vão ganhar uma medalha nos Jogos Olímpicos de 2024, mas o que é importante é que aprendam a lutar, a esforçarem-se...porque isso serve para tudo na vida.
Além disso, se quiserem mesmo seguir uma carreira desportiva, não será por se lembrarem disso aos 13 /14 anos que hão-de ir a algum lado. Não, temos de ser nós pais a puxar por eles. E o desporto não é só competição. É saúde, é disciplina, é relações humanas...é muita coisa. É um processo de aprendizagem duro mas que fica para sempre.
E a pena que eu tenho de não ter feito mais desporto quando era miúda!
Michael Phelps começou a nadar apenas aos 7 anos, foi criado pela sua mãe solteira, tem duas irmãs e sofria/sofre de hiperactividade. Começou a nadar exatamente para minimizar este síndroma e aprendeu primeiro a nadar costas pois tinha medo de pôr a cabeça debaixo de água. Sabe-se também que muito cedo decidiu que queria ser campeão de natação e que treina 6 horas por dia, 6 dias por semana, e que se o dia de treino coincide com o Natal não é motivo para deixar de treinar.
Hoje já tive vontade de treinar alguma coisa para ir aos próximos jogos Olímpicos! A dor de não ganharmos uma única medalha só se compara ou é ultrapassada por um sentimento de vergonha. Ao menos no desporto podíamos/devíamos não estar em crise. E o pior? Acho que é mesmo a sensação que não vai melhorar.
Moro num concelho onde existem piscinas de 25 metros, do melhor que existe no país, geridas pela Câmara em praticamente todas as freguesias. Aqui pode-se fazer natação e outros desportos 6 dias por semana por menos de 50€ por mês. Os alunos da escola fazem natação gratuitamente nessas piscinas. Apesar de tudo isto são raras as crianças que vão mais do que duas vezes por semana à natação (e não é pelo dinheiro porque estamos a falar de 10€ de diferença). Quando eu dizia que a Leonor ia todos os dias as pessoas olhavam-me estupefatas. Claro que levar uma criança todos os dias à natação dá imenso trabalho e ocupa muito tempo. Quando se leva duas ainda mais. Mas muitas vezes ia para a piscina com os quatro...(se calhar era por isso que estranhavam). Normalmente saio de lá mais cansada e encharcada do que eles.
O mesmo se passa com o ténis: custa levantar às seis para preparar o Lucas para o treino, custa fazer kms com a família toda atrás para ir a um torneio, custa lidar com as fitas da Leonor quando não lhe apetece treinar e nos dias mais cansativos e difíceis apetece desistir.
Mas o que é que não custa na vida? Não estou a dizer que os meus filhos têm ou vão ganhar uma medalha nos Jogos Olímpicos de 2024, mas o que é importante é que aprendam a lutar, a esforçarem-se...porque isso serve para tudo na vida.
Além disso, se quiserem mesmo seguir uma carreira desportiva, não será por se lembrarem disso aos 13 /14 anos que hão-de ir a algum lado. Não, temos de ser nós pais a puxar por eles. E o desporto não é só competição. É saúde, é disciplina, é relações humanas...é muita coisa. É um processo de aprendizagem duro mas que fica para sempre.
E a pena que eu tenho de não ter feito mais desporto quando era miúda!
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Ser mãe é cortar as asas?
A Lúcia estava a andar deitada de barriga no baloiço do jardim com o Lucas a empurrá-la, e disse: "Mãe parece que estou a voar!!!", com um sorriso do tamanho do mundo. E eu, prontamente, disse: "Vê lá se não cais!".
Logo ali pensei no que tinha acabado de dizer e deixei-a continuar a andar no baloiço. Sim, se calhar até vai cair, mas não será assim sempre? Como pais queremos que os nossos filhos não caiam, que não se magoem, mas até onde deve ir essa proteção e quando é que não deixamos viver, experimentar, "voar"?
Ser pai é arriscar. Arriscar sofrer quando os nossos filhos se magoam e consolá-los. Se podemos ou devemos afastá-los de todos os perigos? Penso que não. Acho que um pai deve guiar, aconselhar, mas não impedir só porque existe um risco.
Ser pai e ser filho, são ambas profissões de risco.
Logo ali pensei no que tinha acabado de dizer e deixei-a continuar a andar no baloiço. Sim, se calhar até vai cair, mas não será assim sempre? Como pais queremos que os nossos filhos não caiam, que não se magoem, mas até onde deve ir essa proteção e quando é que não deixamos viver, experimentar, "voar"?
Ser pai é arriscar. Arriscar sofrer quando os nossos filhos se magoam e consolá-los. Se podemos ou devemos afastá-los de todos os perigos? Penso que não. Acho que um pai deve guiar, aconselhar, mas não impedir só porque existe um risco.
Ser pai e ser filho, são ambas profissões de risco.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
De costas voltadas
Há já alguns anos que ando um pouco de candeias às avessas com o futebol. Jogos do campeonato deixei de ver quando o Lucas era pequeno, da Seleção ainda fui acompanhando, cada vez com menos intensidade. Neste Europeu o único jogo que vi (quase) do primeiro ao último minuto foi o de ontem e fiquei triste. Triste porque o futebol não é um jogo justo, triste porque existem demasiadas variáveis no futebol, triste porque no final não foram os que jogaram melhor que ganharam, triste porque é um jogo de sorte e azar e eu não gosto disso, nem de lotarias nem de roletas russas.
Divorciei-me do futebol. Já me partiu o coração demasiadas vezes e já não tem graça.
Quando vejo um jogo de futebol adoro cada vez mais o ténis. Porque é mais justo. Porque não se está a olhar durante 120 minutos para a televisão sem se ver um "golo". Porque quem luta mais, quem se esforça mais ganha. Porque existe justiça. Porque existe o "Hawk-Eye". Porque o árbitro não interfere no resultado. Porque há muitas oportunidades. Porque até ao último ponto há sempre hipótese de dar a volta.
Só é pena é não haver um Euro e um Mundial de ténis!
Divorciei-me do futebol. Já me partiu o coração demasiadas vezes e já não tem graça.
Quando vejo um jogo de futebol adoro cada vez mais o ténis. Porque é mais justo. Porque não se está a olhar durante 120 minutos para a televisão sem se ver um "golo". Porque quem luta mais, quem se esforça mais ganha. Porque existe justiça. Porque existe o "Hawk-Eye". Porque o árbitro não interfere no resultado. Porque há muitas oportunidades. Porque até ao último ponto há sempre hipótese de dar a volta.
Só é pena é não haver um Euro e um Mundial de ténis!
terça-feira, 29 de maio de 2012
E viva o "quase" verão
As miúdas já brincaram na piscina, a Leonor até deu mergulhos. Brincam todos contentes na rua quase até às 21 da noite. O tempo que demoro a vesti-los de manhã passou a metade. Já posso sair de casa sem os braços cheios de casacos e afins. Só falta ir à praia para "sentir" o verão.
terça-feira, 8 de maio de 2012
Desculpas de mãe
Computador da mãe pifado, computador do filho mais velho sem algumas teclas, computador do pai quase sempre ocupado, bugs no Internet Explorer, milhares de coisas para fazer em casa, demasiado sono à noite, demasiada coisa para contar sem saber por onde começar, filha Lúcia doente cheia de tosse e febre...e podia arranjar umas quantas mais!
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Dorme meu bebé...
no quentinho de um memé" E assim é o meu início de noite quando vou adormecer o Leonardo. Ele gosta que eu esteja no quarto dele para ele dormir. Ás vezes bastam 10 minutos, outras vezes chega quase a 1 hora (normalmente nestes dias é porque os irmãos me chamam e ele ouve ou eu tenho de sair do quarto por um motivo qualquer). Há dias que saio e ele não reclama, mas depois se ouve um som mais forte volta a chamar por mim.
A partir das 18 horas é um corropio aqui por casa. Jantar, banhos, pijamas, leitinhos, trabalhos da escola, canções de embalar, desenhos animados, national geographic, histórias de embalar...
Nos dias em que a Lúcia adormece no carro à tarde a coisa ainda se complica mais. Fica com o sono trocado e só consegue adormecer já quase à meia noite, e eu de rastos.
E eu que bem gostava de ainda conseguir arrumar a cozinha e pôr roupa a lavar!
(é que o pai trabalha até tarde, muito tarde...22 horas, e eu sou só uma). C'est la vie, ma chérie!
A partir das 18 horas é um corropio aqui por casa. Jantar, banhos, pijamas, leitinhos, trabalhos da escola, canções de embalar, desenhos animados, national geographic, histórias de embalar...
Nos dias em que a Lúcia adormece no carro à tarde a coisa ainda se complica mais. Fica com o sono trocado e só consegue adormecer já quase à meia noite, e eu de rastos.
E eu que bem gostava de ainda conseguir arrumar a cozinha e pôr roupa a lavar!
(é que o pai trabalha até tarde, muito tarde...22 horas, e eu sou só uma). C'est la vie, ma chérie!
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
As time goes by...
Dei por mim a olhar as barrinhas dos aniversários dos meus Ls. Como o tempo passa! Apesar de tudo considero-me afortunada por todo o tempo que passo com eles e com todas as coisas giras e marcantes que temos feito.
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Da nova estação
Eu bem que tentei evitar que ela viesse: chuva, frio, vento...estava tão bom. Apesar da mudança de tempo ainda não fiz a mudança da roupa, talvez por superstição, como quem diz "nós cá por casa não te queremos outono desgraçado, por isso vamos continuar com as nossas roupinhas primaveris", mas já não vou puder continuar a negar, por isso chegou a hora de ir buscar blusões, botas, galochas, camisolas de lã....brrgghhhhh...tentarei que com elas não venha o meu mau mood de inverno.
E que bem que sabe (ironia), ir buscar as miúdas à escola e nos 100 metros de distância até ao carro ficarmos completamente encharcadas, apesar do chapéu e dos impermeáveis?
E que bem que sabe (ironia), ir buscar as miúdas à escola e nos 100 metros de distância até ao carro ficarmos completamente encharcadas, apesar do chapéu e dos impermeáveis?
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Da ausência
Cá por casa está tudo bem. Andamos a mil. Escola, actividades, treinos, torneios...Parece que talvez agora estaremos prontos para seguir uma rotina. Andamos cansados, eles e eu que ainda não me habituei a estas andanças caseiras durante 24 horas.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Dos planos furados
Tínhamos planeado passar o Sábado no parque do Estádio Nacional, nos baloiços, a jogar à bola, nos courts de ténis. O plano era levar um pic-nic e passar lá toda a manhã e o início da tarde. Na 6ª comecei logo a ver que as coisas não iam acontecer como planeado. Acabámos por ficar por casa a ver o Australian Open. A seguir ao almoço fomos comprar um presente para eles levarem à festa dum amiguinho. O pai foi à Decathlon e apareceu não só com o presente do amigo (uma raquete de ténis e bolas) como um também uma coisinha para nós: um trampolim! Desde ontem à tarde que tem sido uma diversão pegada: salta um, salta outro, saltamos nós! Já me doem as pernas de tanto salto, e que engraçada fica a nossa sala com um trampolim mesmo ao centro!
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Do polvo
Quando chego à noite a casa e tenho montes de coisas para fazer e muitas solicitações em simultâneo para atender, costumo dizer aos meus Ls que adorava ser um polvo!
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Da rotina
O meu regresso ao trabalho foi mais pacífico do que tinha imaginado. Fiz apenas alguns ajustes na rotina (deixar roupas e o máximo de coisas preparadas na noite anterior), o ir levar e buscar à escola também acabou por ser mais fácil do que tinha imaginado: eu levo 3 o pai leva 1. Como chego a casa relativamente cedo não foi necessário fazer grandes ajustes a nível de actividades (apenas tive de alterar o horário das aulas de piano da Leonor). Quanto a mim consegui voltar a ler, e o livro que comecei na semana passada já está quase acabado "Auto-retrato do escritor enquanto corredor de fundo" de Haruki Murakami (obrigada avó Zé!). Diga-se de passagem que estou a adorar e acho que não havia livro mais indicado para mim neste momento por duas razões: 1. Recomecei agora a fazer exercício de forma mais regular (aproveito a hora de almoço); 2. Considero que tenho de ser uma maratonista para aguentar esta vida de trabalho, 4 miúdos e casa!
A rotina precisa apenas de mais alguns ajustes, principalmente na hora de os pôr a dormir, pois não tenho conseguido fazer o momento de leitura ao deitar todos os dias. A minha perspectiva é que até ao final do ano eu consiga consolidar o dia-a-dia e as rotinas e arranjar o tempo de qualidade para todos eles.
A rotina precisa apenas de mais alguns ajustes, principalmente na hora de os pôr a dormir, pois não tenho conseguido fazer o momento de leitura ao deitar todos os dias. A minha perspectiva é que até ao final do ano eu consiga consolidar o dia-a-dia e as rotinas e arranjar o tempo de qualidade para todos eles.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
De várias coisas
Está próximo, muito próximo mesmo o regresso da mamã ao trabalho. O Gastão já tem ido para a ama e eu ando por aqui a tentar deixar o máximo de coisas organizadas. Ele foi arrumar e organizar as roupas dos 4 pequenos, dos 2 grandes, ele foi organizar gavetas, dossiers, consultas, vacinas, reuniões escolares...tudo aquilo que sei que será mais difícil fazer logo que esteja a trabalhar. Por isso, nestes últimos dias, a escrita foi diminuta. Só a escrita, pois coisas engraçadas e peripécias não faltaram por aqui!
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Nostalgia antecipada
Hoje ao pegar no Gastão e ao olhar para ele, ver como está bem maior, dei por mim a ser invadida por uma enorme nostalgia (ou hormonas em acção). Pensar que este será o meu último bebé, a última vez que vou ter um assim tão pequenino nos meus braços...
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