terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Maleitas da gravidez

E eu a pensar que quanto mais prática melhor seria? A verdade é que acho que nunca me senti tão mal numa gravidez, nem durante tanto tempo. Ele são enjoos 24 horas por dia, uma sonolência que às vezes parece que vou cair para o lado, um calor e a tensão baixa conjugados que parece que vou desmaiar...Tenho fome mas depois como e fico mal disposta, não como e ainda fico pior...Fora tudo isto o meu humor anda completamente negro, e não, não é daquele humor negro que até tem piada, é mesmo rabuja ao máximo, mal encarada, tenho dias que acho que não consigo ouvir nem ver ninguém...
Estou na contagem descrescente para as 12 semanas, altura a partir da qual espero que tudo melhore. Um solzinho também ajudava: Vá lá S. Pedro, colabora aqui com a grávida!

Independência

Uma diferença soberba que tenho notado de filho para filho é a questão da independência. Lembro-me que o Lucas era um bebé muito chorão, sempre a querer colo, começou a gatinhar aos 5 meses e andava sempre de volta das minhas pernas. Não brincava com nada, melhor, brincava mas não com as coisas dele só com as minhas. Ainda hoje com 6 anos gosta que o ajudem a vestir, que o ajudem na casa de banho etc. As coisas melhoraram com a Leonor. Desde pequena que sempre gostou de brincar ou com o irmão ou sozinha, solicitava a nossa presença amiúde, e ainda hoje vê-se que é mais independente – gosta de se vestir sozinha, de brincar sozinha com a irmã, acho que se pudesse já tomava também banho sozinha. A Lúcia consegue ser ainda mais independente: chega a casa vai para o seu quarto e durante mais de meia hora nem se ouve, e quando ouve é porque a irmã a está a chatear. Gosta de se sentar na mesinha a brincar, de andar com os bebés de um lado para o outro…só costuma vir ter comigo para pedir comida. A este ritmo evolutivo nem sei como será o bebé, acho que aos 6 meses irá mudar a fralda a si próprio (LOL). A única dúvida que me resta é se isto é uma questão evolutiva se é uma questão de diferenças rapazes versus raparigas. Irei descobrir!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Viagem à Roda do Nome Dele

Ontem ao jantar:

Nô: Mãe o bebé da barriga pode chamásse Gabiel?
Lucas: Nem pensar, vai ser Leonardo!
Nô(a choramingar): Mas eu gosto tanto de Gabiel...tu também gostas do Gabiel, não gostas mãe?
Eu: Sim gosto, mas acho que o mano ia ficar triste pois o nome de todos começa por L e ele não ia gostar de ser diferente...
Nô: Eu dou-lhe um beijinho e ele já não fica tiste!
Lucas: Não, vai chamar-se Leonardo!!!
Nô (a chorar!): Oh mãe o Lucas disse que não vai ser Gabiel...
Eu: Ainda falta muito tempo vamos pensar...olha se calhar vai ser Leonardo Gabriel!
Os dois: NÃOOOOO!!!!

Que faço? Das outras vezes não havia tantas opiniões...Se bem que eu e o pai já lhes explicámos que quem escolhe o nome somos nós, pois são os nossos filhos, eles irão escolher quando forem os deles.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Sempre a aprender

Desde sempre que os maiores saltos de conehcimento que tive na minha vida foram dado com a ajuda de livros. O vício e hábito perdeu-se um pouco com a mudança de hábitos, falta de tempo. Dos romances passei aos livros práticos e agora tento, com o pouco tempo que tenho, ler livros sobre educação. Inicialmente sentia-me um pouco chateada porque achava que ao recorrer aos livros seria uma mãe menos capaz, pois sentia que as coisas deviam ser inatas. Com o passar do tempo consegui atingir o seguinte raciocínio: se precisamos de 16 anos de estudo mais não sei quantos anos de prática para desempenharmos uma profissão, porque razão não estudamos e não nos preparamos para a única profissão que teremos de desempenhar até morrer? Acho importante conhecer outras experiências, outros métodos e ir adaptando as nossas ideias com os inputs que vamos tendo. Claro que a educação também pode funcionar bem na base do trial and error, mas acho que não convém errarmos muitas vezes sob pena de estarmos a transmitir demasiada insegurança aos nossos filhos. O último livro que comprei chama-se "Pai, quero ser feliz", de Roni Jay - não acho o título em Português lá muito feliz mas enfim- o conteúdo em si está muito bom e realmente faz-nos pensar naquilo que realmente importa na educação dos nossos filhos.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Vira o prato e toca o mesmo - Parte III

Chegámos à fase de virar o prato da comida. A Lúcia recusa a comida se não puder comer sózinha ao mesmo tempo que eu lha dou. Tu estava muito bem até ela descobrir que virar o prato e espalhar a comida com a mão podia ser deveras divertido. Claro que esta situação é apenas novidade para ela, pois todos eles passaram pela fase do vira o prato. Eu aceito com naturalidade, claro que explico que é uma coisa que não se faz mas tento não dar demasiado ênfase à situação, para que cada vez que eles me queiram aborrecer não virem o prato. A técnica tem resultado e a fase dura dois, três meses.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O ervilha

Pois é, grande novidade do ano 2010: vamos ter mais um membro na nossa família! Estou grávida de nove semanas, é um rapaz (sei porque fiz o teste meninooumenina), ainda sem nome. As reacções lá de casa foram óptimas, principalmente do Lucas que ficou hipercontente por finalmente ter o seu mano, até me disse: "obrigada mãe por me dares um companheiro". Já fui ao médico, desta vez decidi ser seguida do princípio ao fim na Cuf Descobertas, e tenho um carradão de análises para fazer, para além das normais de 1º trimestre terei de fazer umas quantas extras para tentar descobri porque é que os meus bebés são sempre uns magriços. Ando enjoada até mais não e os enjoos não são esquisitos porque aparecem a qualquer hora do dia - há sempre uma primeira vez para tudo pelo vistos, mesmo numa 4ª gravidez há surpresas. Enfim, estou um pouco apreensiva porque quero que as coisas corram melhor do que da última vez, hão-de correr, pensamento positivo!!!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

O Natal

O nosso Natal foi calmo mas muito engraçado. É incrível a alegria de uma casa com criança, ainda por cima como os meus Ls que não param quietos, sempre a brincar, a gritar...As reacções aos presentes foram fantásticas e quem mais me surpreendeu foi a Lúcia, nunca vi uma bebé tão pequena a querer desembrulhar tudo, a tomar atenção a todo o que se passava à sua volta e a brincar sossegadinha com as coisas. O Lucas ficou preso no primeiro presente - o jogo de ténis da Wii. A Leonor brincou com todos mas não ligou a nenhum em especial, lá para as 22:00 já estava a cair de sono e as reacções eram em câmera lenta. Foi uma noite calma, na nossa casa, como os meus pais, avós e tio.