terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Farrapinho andante...
Ele é dores nas costas, dores nas pernas, azia, cansaço, sono...parece que desta vez decidi fazer a colectânea de sintomas. Uiiii....estou de rastos!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Porque sim!
Confesso que nunca percebi muito bem os pais que dizem aos filhos que têm de fazer isto ou aquilo, ou "porque sim", ou "porque eu disse e sou eu quem mando". Acho que esta política pode até resultar enquanto eles são pequenos e temem os pais. Mas e quando se defrontarem com situações que terão de ser eles a decidir o que fazer e não têm os pais ao lado a dizer se é certo ou errado? Nós lá por casa gostamos muito de falar sobre estas coisas e decidimos dar aos nossos filhos a educação da responsabilidade e do conhecimento. Sempre que eles fazem alguma coisa mal, gostamos de lhe explicar as repercurssões dessa atitude quer no presente, quer no futuro. A maior parte das coisas deixámos passar, pois considerámos que com o exemplo e com o passar do tempo eles vão perceber o que fazer. Por exemplo nunca ensinámos ao Lucas que tinha de comer de garfo e faca, mas sempre que punha a mesa colocava-lhe os 3 talheres à disposição. Aos 4 anos e uns meses começou a utilizar o garfo e a faca e a partir daí nunca mais deixou. A mesma coisa em relação à comida: eu não o obrigo a comer nada que eles não queiram. Dou-lhes a oferta e explico porque é importante variar, comer legumes e fruta, etc. Sorte a minha talvez é que nunca vi criança que comesse de forma tão saudável quanto ele: adora sopa, legumes e frutas. Não come doces nem batatas fritas. Quando vai às festas de anos dos amigos fica sempre toda a gente muito espantada a olhar para ele, parece um mini-adulto em dieta. Já a Leonor não é tão assim: está a passar por uma fase de repulsa aos vegetais e adora doces. Aos poucos vou-lhe explicando que a cenoura faz os olhos lindo (exploro a sua vaidade hehehe), que as ervilhas fazem bem à barriga e que os doces fazem os dentes ficar pretos como os das bruxas más...(porque não me traumatizaram a mim assim quando era pequena? LOL)
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Conversa de m...
Nô, às dez da noite na casa de banho: Mãe quero sopa! Fui lá ter com ela e percebi: estava a tentar fazer cocó.(Agora é como aqueles filmes que voltam atrás no tempo e contam a história)
Há uma semana apanhou um susto enorme porque tentava fazer e não saía, então doía-lhe horrores. O pai foi buscá-la à escola levou-a para a ama e puseram-lhe um Bebegel, mas mesmo assim passou uma tarde cheia de dores. Há noite quando cheguei a casa expliquei-lhe que isso só lhe tinha acontecido porque ela à noite não comi sopa e estava sempre a dizer que não gostava de coisas verdes (déjà vu porque passei o mesmo com o irmão há uns anos e desde essa altura que nunca mais recusou sopa, vegetais, fruta, aliás ficou fã). Desde aí que ela tem comido umas colheres e outro dia até dizia que agora já adora ervilhas, mesmo assim ainda pode aumentar um bocadinho a quantidade. Eu não obrigo, apenas explico as consequências de não comer sopa. Felizmente o episódio da noite não passou de um pequeno susto para ela e acabei por não ter de lhe levar sopa à pia.
Há uma semana apanhou um susto enorme porque tentava fazer e não saía, então doía-lhe horrores. O pai foi buscá-la à escola levou-a para a ama e puseram-lhe um Bebegel, mas mesmo assim passou uma tarde cheia de dores. Há noite quando cheguei a casa expliquei-lhe que isso só lhe tinha acontecido porque ela à noite não comi sopa e estava sempre a dizer que não gostava de coisas verdes (déjà vu porque passei o mesmo com o irmão há uns anos e desde essa altura que nunca mais recusou sopa, vegetais, fruta, aliás ficou fã). Desde aí que ela tem comido umas colheres e outro dia até dizia que agora já adora ervilhas, mesmo assim ainda pode aumentar um bocadinho a quantidade. Eu não obrigo, apenas explico as consequências de não comer sopa. Felizmente o episódio da noite não passou de um pequeno susto para ela e acabei por não ter de lhe levar sopa à pia.
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A Fase!
E eis que ela apareceu, de um momento para o outro, de rompante, sem dar pré-aviso. Aliás tudo parecia estar a correr muito bem, sem indícios...Antes de ontem a Leonor foi para o quarto brincar e a irmã foi atrás dela. Passado uns minutos começo a ouvir um choro e fui ver o que se passava: a Lúcia do lado de fora da porta do quarto a chorar. Abri e perguntei à Leonor o que se passava: não quero ela aqui, ela não sabe brincar e destrói as camas dos meus bebés. Pedi-lhe que tivésse paciência e que ensinasse a irmã a brincar também que ela era pequena, resposta pronta: ela não aprende nada comigo nunca! Optei por a levar para outro sítio e por começar a lidar com a situação aos poucos. Estranhei porque de facto elas até andavam a brincar bastante bem juntas, mas já sabia que mais dia menos dia isto iria acontecer. Vou elaborar uma estratégia para lidar com isto, até porque elas vão mesmo ficar no mesmo quarto! Para melhor compreender e lidar com a fase fui comprar o livro "Compreender as relações entre imrãos" do Método Brazelton.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Aprendendo a diplomacia
O Lucas, o não diplomata lá de casa, chegou à sala pegou no comando e mudou o Barney que a Leonor estava a ver no Jim Jam, para ver se já tinha começado o Sporting. Seguiram-se uns berros e um choro. O pai foi acalmar e explicou que o jogo era só às 21:00 que até lá eram as irmãs que ficavam com a televisão. Quando terminou o Barney a Leonor foi a correr dizer ao irmão que já podia ficar com a tv. Quando o Lucas chegou olhou para o relógio e viu que ainda faltavam 5 minutos para as 21:00 disse: podes ainda ver mais um bocadinho, olha aqui este que é tão giro. Ela dizia que não queria ver mais nada e ele insistia em não utilizar os minutos que pertencia à irmã. Eu elogiei os dois por estarem a aprender a diplomacia e a partilha...
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
O caracol da cidade
Ontem andava a navegar pelo telemóvel e descobri uma história que tinha escrito no telemóvel já há uns meses.
Era uma vez uma menina chamada Leonor. A Leonor vivia no campo e gostava muito de animais. Um dia chegou a casa e disse ao pai que gostava de ter um caracol. Pediu-lhe para ir com ela procurar um. Lá foram eles e trouxeram para casa um lindo caracol com uns corninhos muito compridos e brilhantes. A menina pediu à mãe folhas de alface, água e uma tigela. Misturou tudo e colocou lá dentro o caracol. No dia seguinte quis levar o caracol para a escola, levou-o com ela para o carro mas a mãe disse-lhe que era proíbido os caracóis entrarem na escols. Então a Leonor pediu ao caracol para esperar por ela dentro do carro e ele ali ficou. Um dia ia a mãe da menina a caminho do trabalhon quando sentiu uma coisa molhada na sua mão. Olhou: era o caracol! O pobrezito cansado de ficar preso e esquecido no carro, orquestrara um plano de fuga. A mãe da menina trabalhava no meio da cidade e estava a levar o caracol para o meio da barafundo, onde deixaria ela o pobre bichinho? Lembrou-se que no caminho passaria por um parque muito grande e verde e soltou lá o caracol para que ele pudesse passear-se pela erva verde e fresca da cidade, tornando-se assim o caracol da cidade!
História verídica
Era uma vez uma menina chamada Leonor. A Leonor vivia no campo e gostava muito de animais. Um dia chegou a casa e disse ao pai que gostava de ter um caracol. Pediu-lhe para ir com ela procurar um. Lá foram eles e trouxeram para casa um lindo caracol com uns corninhos muito compridos e brilhantes. A menina pediu à mãe folhas de alface, água e uma tigela. Misturou tudo e colocou lá dentro o caracol. No dia seguinte quis levar o caracol para a escola, levou-o com ela para o carro mas a mãe disse-lhe que era proíbido os caracóis entrarem na escols. Então a Leonor pediu ao caracol para esperar por ela dentro do carro e ele ali ficou. Um dia ia a mãe da menina a caminho do trabalhon quando sentiu uma coisa molhada na sua mão. Olhou: era o caracol! O pobrezito cansado de ficar preso e esquecido no carro, orquestrara um plano de fuga. A mãe da menina trabalhava no meio da cidade e estava a levar o caracol para o meio da barafundo, onde deixaria ela o pobre bichinho? Lembrou-se que no caminho passaria por um parque muito grande e verde e soltou lá o caracol para que ele pudesse passear-se pela erva verde e fresca da cidade, tornando-se assim o caracol da cidade!
História verídica
Parabéns ao Mundo dos Ls!
Há 2 anos que iniciei este blog. Para quem nunca conseguiu escrever um diário regularmente durante mais de um mês, parece-me uma grande proeza. Acho que o consegui por dois factores: 1º Não foi bem um diário e chegou a ter interrupções consideráveis; 2º e mais importante, a motivação pela qual escrevo: deixar um testemunho aos meus filhos de quando eles eram pequenos, da minha visão sobre eles. Finalmente, ao final de quase 30 anos, descobri a minha verdadeira força motriz: os meus filhotes! Fico com pena de não ter começado mais cedo, pois o tempo e a má memória levaram algumas pérolas do Lucas e da Leonor, mas como se diz "mais vale tarde do que nunca". Agora resta-me esperar e com dias com mais paciência, outros com menos vir registar os progressos, aventuras dos meus Ls.
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