quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Da consulta dos 3/4 meses
O Gastão foi à consulta dos 3/4 meses no início de Novembro, mas ainda não tinha tido tempo de fazer o relato. Continua a crescer bem (percentil 50), mas em relação o peso decidiu seguir as pisadas dos irmãos: passou do percentil 50 para o 10. Estava constipado e o médico receitou-lhe um tratamento, passados 2 dias já nem parecia o mesmo, a comer melhor, menos rabugento. De resto o pediatra disse que se está a desenvolver normalmente e que parece um bebé muito contente.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Do magusto
Na semana passada houve festa de S. Martinho na escola dos mais velhos. Foi organizada uma feira, houve castanhas assadas e afins. Infelizmente estávamos todos doentes e em casa e não pudemos participar. Mas o bichinho, o desejo das castanhas assadas lá ficou. Ontem quando fui às compras com eles foram os dois a correr para as castanhas. Em casa foi a animação: tudo a querer ajudar a preparar as castanhas para assar, a pôr o sal, a colocá-las no tabuleiro. Não sei se foi do desejo ser tão grande, mas estavam mesmo boas, e nós e os miúdos devorámo-las.
Do cabelo
Estava a secar o cabelo esta manhã e a enrolar a franja com a escova. A Leonor olha para mim e perguntar: É para pareceres a Hannah Montana?
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Das alcunhas
Os Ls sempre tiveram muitas alcunhas. O Lucas foi de todos o que mais teve. A Leonor saí ao pai e tem um talento especial para inventar nomes, ela chama ñuño ao irmão bebé, não sei onde a foi buscar mas chama-o assim de forma tão carinhosa que nós adotámos também essa alcunha. No outro dia, a seguir ao banho, ele estava com o cabelo no ar e o pai decidiu começar a chamá-lo de Tintin.
Do amor incondicional
Esta manhã estava a mudar a fralda ao Gastão e disse que cheirava muito mal. A Leonor que andava por ali disse logo: eu acho que não cheira, acho que cheira muito bem. O Tão cheira sempre muito bem!
Que o amor é cego já eu sabia, o que não sabia é que não tinha olfato.
Que o amor é cego já eu sabia, o que não sabia é que não tinha olfato.
Da (quase) normalidade
Ainda ninguém está a 100% mas hoje já tentámos fazer a nossa vidinha normal. Estão todos na escola, e vamos torcer com muita força para que não haja recaídas. O pai já disse que para o ano temos de tomar a vacina da gripe (para ele dizer isto é porque lhe bateu mesmo forte, pois não costuma "acreditar" na eficácia dos medicamentos). Ao chegar à ama, a Lúcia olhou para o chão que estava molhado e disse "Oh não, está a chover!" depois o pai foi dar a volta ao carro e ela disse "Oh não o pai fugiu!". E com estes comentários consigo perceber que está bem melhor!
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Da arte
Eu já tinha prometido a mim mesma que tão cedo não havia canetas cá em casa. Aliás, no Verão deitei fora todas as que por aqui andavam. Na passada semana
fui buscar uma encomenda da Vertbaudet que trazia de oferta um lindo e grande estojo com lápis, lápis de cera, aguarelas e marcadores. A Leonor andou encantada com o seu estojo fez desenhos e mais desenhos, até uma tela. Entretanto há pouco veio a Leonor chamar-me "Mãe, mãe, anda cá ver uma coisa que a Lúcia está a fazer..." "A mãe agora não pode, pede ao pai..." Passado um pouco aparece o pai com a Lúcia ao colo e com cara de caso, eu pergunto "então, o que aconteceu?" Ele: "Riscou a parede". Enfim, como costumo dizer "business as usual", já sei que paredes imaculadas talvez daqui a uns 10 anos. Mas também quem precisa delas, quando se pode ter arte colorida em constante mutação?
fui buscar uma encomenda da Vertbaudet que trazia de oferta um lindo e grande estojo com lápis, lápis de cera, aguarelas e marcadores. A Leonor andou encantada com o seu estojo fez desenhos e mais desenhos, até uma tela. Entretanto há pouco veio a Leonor chamar-me "Mãe, mãe, anda cá ver uma coisa que a Lúcia está a fazer..." "A mãe agora não pode, pede ao pai..." Passado um pouco aparece o pai com a Lúcia ao colo e com cara de caso, eu pergunto "então, o que aconteceu?" Ele: "Riscou a parede". Enfim, como costumo dizer "business as usual", já sei que paredes imaculadas talvez daqui a uns 10 anos. Mas também quem precisa delas, quando se pode ter arte colorida em constante mutação?
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