quinta-feira, 24 de março de 2011

Da surpresa

E está mesmo quase, quase...faltam menos de 48 horas para uma das maiores surpresas da vida dos meus Ls, anseio pela reação!

Da dança

E que melhor maneira de terminar o dia com os três a dançarem em cima da minha cama e eu a dançar com o Leonardo ao colo? Quem dança seus males espanta...LOL (não que tenhamos alguns).

terça-feira, 22 de março de 2011

Dos torneios de ténis

Os torneios de ténis podem ser um experiência frustante. São os pontos falhados, são os pontos mal marcados, são os enganos dos árbitros, a espera...Desde que começamos a ir com o Lucas, há quase dois anos, que já passamos por muita coisa, nós e ele. Digo nós também, porque não é nada fácil estar do lado de fora, ver as injustiças e manter a cabeça fria e saber que nada podemos fazer, só ele. Aos poucos começamos a controlar-nos e a tentar ensinar o Lucas a controlar-se também. Tarefa difícil, ele gosta e vive o jogo e quando as coisas não lhe correm de feição grita e atira com a raquete. Parece mau, eu sei, mas na minha opinião seria pior se lhe fosse indiferente. O problema de não controlar as suas emoções, para além do stress que lhe causa, é que prejudica o seu jogo.
No Sábado de manhã o pai esteve a trabalhar essa parte psicológica com ele: sempre que ganhava ou perdia um ponto tinha de ter uma atitude indiferenciada, não podia festejar nem ficar frustrado. Tinha também de contar os pontos em voz bem alta. Fizeram um jogo em que o Lucas tinha de fazer estas coisas e cada vez que conseguia cumprir ganhava x para a viagem à Disney. O treino correu bem.
Á tarde fomos aos torneio. Um clube de ténis em Belas, numa quinta lindissíma. Uma tarde de sol e uma organização exemplar. A atitude do Lucas foi incrível. Conseguiu cumprir o que o pai lhe tinha ensinado e teve uma atitude em court exemplar. A sua atitude ajudou-o também a superar um grupo de jogadores bastante difícil e a passar à ronda seguinte. Essa já não correu tão bem porque entretanto ele distraíu-se e esqueceu-se de parte do que tinha aprendido, mas de qualquer forma ficamos muito orgulhosos com a sua atitude e capacidade de mudança e aprendizagem.

Do dia do pai

A Leonor andou a semana inteira a falar no dia do pai. Qua já tinha feito um presente, que o pai tinha de ir lá à escola...o Lucas queria ficar em casa nesse dia. Tinha medo que os outros pais fossem e que o dele não aparecesse. Expliquei-lhe que na primária os pais já não vão à escola nesse dia. O pai começou por refilar imenso: que não tinha tempo para estas coisas, que tinha de trabalhar, que não era animador infantil, que não fazia a mínima ideia do que ia lá fazer...Sugeri que levasse umas bolas de esponja e que pedisse para ir com eles ao recreio. Quando acabou ligou-me: que tinha sido um sucesso, que os miúdos todos adoraram, que só queriam brincar com ele e com as bolas. A Leonor ficou eufórica e felicissíma. O pai também. Ela deu-lhe a prenda logo naquele dia: um embrulho cheio de corações, um lindo postal e uma base de secretária com um desenho feito por ela.
O pai ainda tentou animar mais as coisas e ia levá-los à Kidzania (adoram e não falam noutra coisa) mas como chegou já perto das 17:00 não o deixaram entrar. Então andaram pelo Dolce Vita Tejo e o dia do pai, transformou-se em dia dos filhos com uma boneca para cada uma e um presente do Phineas e Ferb para o Lucas.
No dia efetivo do pai, o Lucas acordou antes das 8:00 e quis logo dar o seu presente: um porta-chaves com um desenho feito por ele e com um "C". O postal também era muito alusivo à relação dos dois: era o desenho dele e do pai a jogarem ténis! :)

Dos dentes, finalmente!

Praticamente aos 8 meses é que apareceram os primeiros dentes ao Leonardo. São os dois de baixo, mas ainda mal se vêem, mas já arranham. Ansiosa pelo verão para que nasçam os outros e para que ele deixe de ter a farfalheira que antecipa o nascimento dos malandros. Acho que os irmãos tiveram-nos bem mais cedo.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Do Carnaval

Lá por casa não somos muito carnavalescos, até porque, pelos menos para elas, o Carnaval é durante o ano inteiro, pois umas das brincadeiras favoritas é vestirem-se de princesas. Mesmo assim na 5ª feira vesti-as de igual, com fatos de princesa rosa escuro e coroas. Pensei que o Lucas não quisesse ir mascarado, mas ele às 8:00 de 5ª resolveu dizer-me que queria ir de homem-aranha(para não variar a máscara dos últimos anos). Mas esse fato já lhe estava pequeno e então sugeri que fosse de tenista. Calções, pala, raquete e bola. A princípio resistiu e estava relutante, disse que mais ninguém ia assim. Eu aproveitei a situação para lhe explicar que é bom sermos únicos, diferentes, originais...que não faz mal e que o mundo seria um local pouco divertido se todos fossem iguais.
À tarde liguei ao pai para saber como tinha corrido: foi um sucesso! Os miúdos e miúdas da turma dele todos quiseram pegar na raquete, fizeram competição de toques (claro que ele ganhou), os das outras turmas também se meteram com ele, de forma positiva...vinha super contente!
Na 6ª feira era o dia do desfile da escola. Ele devia ter ido de cozinheiro e ela de enfermeira. Como as previsões metereológicas diziam que ia chover e eu tirei o dia de férias, aproveitei para estar com eles e fazermos um programa juntos. Fomos ao shopping, andamos nas compras, almoçamos e fomos ao cinema ver o Zé Colmeia a 3D. No final ainda queriam mais...acabamos por ir visitar os avós, brincar com os cães e coelhos!
Nos restantes dias não houve máscaras, apenas passeios e ainda uma bela virose que afetou os mais velhos e os papás.
Na 3ª feira de Carnaval, já mais recompostos, estivemos por casa pois o pai tinha de trabalhar. Ao final da tarde fomos todos um bocadinho à piscina, Leonardo incluído. Os mais velhos estavam radiantes por ele também estar a participar e ele todo contente a chapinhar na água, sem chorar. Quando saíu até tinha os pézinhos roxos. E foi assim o nosso Carnaval 2011!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Do colo

O Leonardo estava sentado ao meu colo na cadeira e o Lucas estava ao nosso lado, de repente esticou os bracinhos e agarrou o irmão e deu o impulso para ir ao colo dele. Claro que o mano mais velho ficou todo babado.