A obra do mini-Picasso enquanto a mãe fazia o jantar (esta é uma pequena amostra, pois a parede das escadas ficou toda riscada)
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Loucas são as noites...
...que passo sem dormir", mas as noites loucas da canção do Pedro Abrunhosa nada têm a ver com as minhas, that's for sure! A noite passada foi cheia de animação das 3 às 7 da manhã, com o Leonardo a vomitar a sua cama toda, depois banho, depois a nossa cama, depois o tapete do quarto, depois as almofadas, a nossa cama novamente. Isto tudo devidamente intervalado para que eu pensasse que ele já estava bem e pô-lo na cama acabadinha de ser mudada para 20 minutos depois estar tudo outra vez na mesma.
Entretanto acalmou e adormeceu. Felizmente nada que umas máquinas de roupa não resolvessem. Até agora o dia manteve-se "clean". Espero não estar a falar cedo demais.
Entretanto acalmou e adormeceu. Felizmente nada que umas máquinas de roupa não resolvessem. Até agora o dia manteve-se "clean". Espero não estar a falar cedo demais.
Zona centro
Gostamos muito de ir a torneios à chamada "Zona Centro". Vamos muitas vezes a Leiria, Caldas da Rainha, Batalha e Porto de Mós.
No passado sábado, por engano nosso, fomos para o torneio em Porto de Mós no sábado quando os jogos eram apenas no domingo, grande distração.
Acabámos por ir dormir a Leiria, num hotel onde já somos conhecidos pois ficamos sempre lá quando vamos para ali.
No domingo o Lucas e a Leonor foram participar no torneio. O Lucas ficou em 1º no escalão laranja e verde e a Leonor em 4º no vermelho.
Os pequenos divertiram-se imenso nos montes de terra que havia ali ao lado: brincaram às casinhas, às escondidas, às explorações, a escorregar dos montes, o Leonardo até brincou aos aborígenes, pois a dada altura apareceu coberto de terra com a cara completamente branca da terra. E tudo isto com o magnífico cenário por trás de nós:
No passado sábado, por engano nosso, fomos para o torneio em Porto de Mós no sábado quando os jogos eram apenas no domingo, grande distração.
Acabámos por ir dormir a Leiria, num hotel onde já somos conhecidos pois ficamos sempre lá quando vamos para ali.
No domingo o Lucas e a Leonor foram participar no torneio. O Lucas ficou em 1º no escalão laranja e verde e a Leonor em 4º no vermelho.
Os pequenos divertiram-se imenso nos montes de terra que havia ali ao lado: brincaram às casinhas, às escondidas, às explorações, a escorregar dos montes, o Leonardo até brincou aos aborígenes, pois a dada altura apareceu coberto de terra com a cara completamente branca da terra. E tudo isto com o magnífico cenário por trás de nós:
Férias...em casa
Aqui estou eu com os 4 Ls de férias em casa. Como vivemos ao pé da praia (e às vezes até vamos mesmo a pé) não sentimos necessidade de fazer kms para ir para a praia. O problema é o clima disto: desde que está tudo em casa não houve um único dia decente para se ir à praia, ora vento, ora frio.
Portanto vamos ficando aqui. De vez em quando lá vão cinco minutos à piscina. De manhã os mais velhos treinam. A Leonor e o Lucas fazem atividades dos livros de férias. Os pequenotes brincam e veem tv. Ontem fomos um bocadinho ao jardim ao pé do Convento com a avó e é esperar por dias melhores.
Portanto vamos ficando aqui. De vez em quando lá vão cinco minutos à piscina. De manhã os mais velhos treinam. A Leonor e o Lucas fazem atividades dos livros de férias. Os pequenotes brincam e veem tv. Ontem fomos um bocadinho ao jardim ao pé do Convento com a avó e é esperar por dias melhores.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Ser mãe é cortar as asas?
A Lúcia estava a andar deitada de barriga no baloiço do jardim com o Lucas a empurrá-la, e disse: "Mãe parece que estou a voar!!!", com um sorriso do tamanho do mundo. E eu, prontamente, disse: "Vê lá se não cais!".
Logo ali pensei no que tinha acabado de dizer e deixei-a continuar a andar no baloiço. Sim, se calhar até vai cair, mas não será assim sempre? Como pais queremos que os nossos filhos não caiam, que não se magoem, mas até onde deve ir essa proteção e quando é que não deixamos viver, experimentar, "voar"?
Ser pai é arriscar. Arriscar sofrer quando os nossos filhos se magoam e consolá-los. Se podemos ou devemos afastá-los de todos os perigos? Penso que não. Acho que um pai deve guiar, aconselhar, mas não impedir só porque existe um risco.
Ser pai e ser filho, são ambas profissões de risco.
Logo ali pensei no que tinha acabado de dizer e deixei-a continuar a andar no baloiço. Sim, se calhar até vai cair, mas não será assim sempre? Como pais queremos que os nossos filhos não caiam, que não se magoem, mas até onde deve ir essa proteção e quando é que não deixamos viver, experimentar, "voar"?
Ser pai é arriscar. Arriscar sofrer quando os nossos filhos se magoam e consolá-los. Se podemos ou devemos afastá-los de todos os perigos? Penso que não. Acho que um pai deve guiar, aconselhar, mas não impedir só porque existe um risco.
Ser pai e ser filho, são ambas profissões de risco.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
De costas voltadas
Há já alguns anos que ando um pouco de candeias às avessas com o futebol. Jogos do campeonato deixei de ver quando o Lucas era pequeno, da Seleção ainda fui acompanhando, cada vez com menos intensidade. Neste Europeu o único jogo que vi (quase) do primeiro ao último minuto foi o de ontem e fiquei triste. Triste porque o futebol não é um jogo justo, triste porque existem demasiadas variáveis no futebol, triste porque no final não foram os que jogaram melhor que ganharam, triste porque é um jogo de sorte e azar e eu não gosto disso, nem de lotarias nem de roletas russas.
Divorciei-me do futebol. Já me partiu o coração demasiadas vezes e já não tem graça.
Quando vejo um jogo de futebol adoro cada vez mais o ténis. Porque é mais justo. Porque não se está a olhar durante 120 minutos para a televisão sem se ver um "golo". Porque quem luta mais, quem se esforça mais ganha. Porque existe justiça. Porque existe o "Hawk-Eye". Porque o árbitro não interfere no resultado. Porque há muitas oportunidades. Porque até ao último ponto há sempre hipótese de dar a volta.
Só é pena é não haver um Euro e um Mundial de ténis!
Divorciei-me do futebol. Já me partiu o coração demasiadas vezes e já não tem graça.
Quando vejo um jogo de futebol adoro cada vez mais o ténis. Porque é mais justo. Porque não se está a olhar durante 120 minutos para a televisão sem se ver um "golo". Porque quem luta mais, quem se esforça mais ganha. Porque existe justiça. Porque existe o "Hawk-Eye". Porque o árbitro não interfere no resultado. Porque há muitas oportunidades. Porque até ao último ponto há sempre hipótese de dar a volta.
Só é pena é não haver um Euro e um Mundial de ténis!
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